11 de julho de 2026
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Justiça põe na cadeia tio que estuprou por cinco vezes sobrinha de oito anos

Por Da Redação |
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VÍTIMA De acordo com o inquérito, a criança foi estuprada várias vezes durante um período de aproximadamente um mês, tempo que a vítima esteve na casa dos tios. Foto: Divulgação / Ilustrativa

O condenado negou os fatos, alegando nunca ter ficado sozinho com a sobrinha no período em que ela esteve em sua residência

Um auxiliar geral, de 49 anos, morador em Birigui, foi preso nesta terçafeira (7), acusado por estupro de vulnerável. O homem que mora no Parque Nações Unidas, foi condenado há 12 anos por ter estuprado uma sobrinha, que na época do crime tinha 8 anos, e que estava hospedada em sua casa enquanto se recuperava de uma cirurgia no joelho.

O mandado de prisão foi expedido no dia 2 deste mês pela 2ª Vara Criminal, referente à sentença em definitivo para cumprimento da pena no regime inicial fechado. De acordo com o inquérito, a criança foi estuprada várias vezes durante um período de aproximadamente um mês, tempo que a vítima esteve na casa dos tios enquanto se recuperava de uma cirurgia no joelho. O réu morava no local e, de acordo com a denúncia, quando a tia da criança se ausentava, ele entrava no quarto da vítima para praticar os estupros.

Constam em relatos que o agressor mantinha relações sexuais com a criança, mas não que ejaculava nela. Que em algumas ocasiões, ele tapava sua boca com as mãos ou como um cobertor para que ela não gritasse. As agressões teriam se repetido por pelo menos cinco vezes, e em uma das ocasiões, teria provocado sangramento na menina.

A jovem disse ter sido ameaçada de morte e que só decidiu denunciar os abusos agora, aos 15 anos. Porque, segundo ela, devido aos traumas sofridos, hoje ela teria dificuldades em manter relações sexuais com o namorado.

Já o condenado negou os fatos, alegando nunca ter ficado sozinho com a sobrinha no período em que ela esteve em sua residência. A mãe dele também afirmou que nunca deixou a criança sozinha com seu filho e que não acredita que ele tenha abusado da menina. No entanto, a esposa do réu afirmou que de fato seu marido ficava sozinho com a criança quando ela ia à padaria comprar leite.

O réu foi preso pelo crime de estupro de vulnerável e condenado em primeira instância a 14 anos, 6 meses e 6 dias de prisão. A defesa recorreu e conseguiu reduzir a pena para 12 anos, 5 meses e 10 dias. Ele permanecerá à disposição da Justiça para dar início ao cumprimento da pena.