O Comitê Olímpico Internacional (COI) organizou uma nova reunião com a tenista chinesa Peng Shuai nesta quarta-feira, respondendo às acusações de complacência com a China, ao defender sua "abordagem humana" da situação. A ex-número 1 do mundo estava desaparecida desde o começo de novembro, poucos dias depois de acusar o ex-vice-primeiro ministro, Zhang Gaoli, de 75 anos, de forçá-la a fazer sexo.A principal suspeita foi a de que a tenista poderia estar sofrendo represálias ou intimidações por conta da denúncia realizada. Um encontro na Suíça foi marcado para janeiro com Thomas Bach, presidente da entidade olímpica.
"Compartilhamos a mesma preocupação que muitas outras pessoas e organizações sobre o tema do bem-estar e a segurança de Peng Shuai, mas nós optamos por uma abordagem muito humana e centrada na pessoa", afirmou a entidade olímpica em um comunicado, sem divultar gravações de áudio ou imagens da conversa com a tenista. "Oferecemos um apoio muito grande, seguimos em contato regular."