08 de julho de 2026
Esporte

Rivalidade esquenta visita do Timão ao Inter

Por Da Redação |
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FORA DE CASA Sylvinho comanda o Corinthians contra o Inter, no Sul (Foto: Agência Corinthians)

O Corinthians entra em campo hoje para enfrentar o Internacional pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. A partida acontece às 16h, no Estádio do Beira Rio, em Porto Alegre (RS).

Tido como um clássico interestadual por causa da rivalidade entre as equipes após as acirradas disputas pelo Brasileirão de 2005 e a Copa do Brasil de 2009 — ambas vencidas pelos paulistas —, o jogo define que fica momentaneamente com a última vaga do G-6. Os gaúchos ocupam a sexta posição com 40 pontos, enquanto o time alvinegro vem logo atrás com a mesma pontuação.

No treino de ontem, Sylvinho fez ajustes de posicionamento e movimentação da equipe. Após uma semana conturbada e de pressão sobre o treinador, a diretoria viu o treino. O presidente Duílio Monteiro Alves estava acompanhado do diretor de futebol Roberto de Andrade e de Alessandro Nunes, gerente do departamento.

O Timão vai para esse confronto direto sem o zagueiro João Victor, que levou o terceiro cartão amarelo contra o São Paulo, e os lesionados Willian, Roni e Ruan Oliveira.

Por outro lado, Fagner, que estava suspenso no clássico, retorna ao time. E o goleiro Carlos Miguel, de 2,04 metros, entra na lista de relacionados pela primeira vez. Ex-jogador do Colorado, ele viaja com a equipe para Porto Alegre.

No inter, Edenilson cumpriu suspensão e volta ao time. Gabriel Mercado, que foi preservado na quinta-feira, também retorna. Resta saber se para formar a dupla de zaga com Víctor Cuesta ou improvisado na lateral direita.

PEDRA NO SAPATO

Para vencer fora de casa e voltar à zona de classificação para Libertadores, o Timão precisará superar o técnico Diego Aguirre, que costuma ser uma pedra no sapato para o ataque alvinegro.

Até o momento, Aguirre e Corinthians se enfrentaram seis vezes, com dois empates e duas vitórias para ambos os lados. O clube do Parque São Jorge, no entanto, sempre encontrou dificuldades para furar as defesas das equipes comandadas pelo uruguaio. Foram apenas seis gols marcados nos seis duelos, todos em segundo tempo.