10 de julho de 2026
Polícia

Polícia Militar prende mais um suspeito de participar do assalto aos bancos

Por Redação |
| Tempo de leitura: 2 min
MATERIAIS Foi encontrado um revólver calibre.38, 20 munições intactas de 326, 72 de 38, notebook e sete cartuchos. Foto: Divulgação

Era por volta das 10h, quando o 10º Batalhão foi cumprir mandado de prisão por roubo e explosão de caixa eletrônico na casa do suspeito

Nesta quarta-feira (8), Policiais Militares prenderam mais um homem em Piracicaba por ser suspeito de participar do assalto aos bancos em Araçatuba. Era por volta das 10h, quando a equipe do 10º Batalhão foi cumprir mandado de prisão por roubo e explosão de caixa eletrônico na casa do suspeito. Ao entrar, o filho dele foi abordado e contou que o pai estava em casa.

Na residência, havia uma mochila com 12 porções grandes de maconha, o que corresponde a 1,3kg. As equipes tiveram que aguardar a chegada da Polícia Federal, da qual o mandado era expedido. Depois de chegarem, encontraram um revólver calibre.38, 20 munições intactas de 326, 72 de 38, notebook, algema, sete cartuchos deflagrados de 38. Vários coldres e um veículo Gol. Todo o material foi encaminhado para perícia. A dupla foi presa e, durante a ação, outra pessoa também foi detida.

No dia seguinte ao assalto (31), dois suspeitos haviam sido localizados em Piracicaba. Ambos estavam baleados. Um no braço, e que foi encontrado em um imóvel com dois suspeitos de integrarem facções criminosas do Distrito Federal. O outro, que estava ferido no abdômen, ficou internado em estado grave e morreu na Santa Casa.

SOLTO

 O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) afirmou na noite desta quarta-feira, em nota, que o homem preso por suspeita de financiar o mega-assalto a agências bancárias de Araçatuba (SP) foi solto após passar por audiência de custódia.

Paulo César Gabrir, 33 anos, a esposa dele, Michele Maria da Silva, 40, e o jovem Emerson Henrique Dias, 25, foram presos em Sorocaba (SP). A mulher e o rapaz também foram soltos. De acordo com o Tribunal de Justiça, as prisões em flagrante dos suspeitos pelo crime de associação criminosa foram relaxadas, pois não havia nenhum indício que os vinculasse ao caso de Araçatuba.

“Não houve apreensão de nenhum instrumento ou produto de crime relacionado àquele caso em poder dos autuados (dinheiro, armas, explosivos etc.), com exceção de uma denúncia anônima, que nem mesmo é considerada indício. A prisão ocorreu por associação criminosa sem que, no entanto, houvesse nos autos indícios mínimos da prática de tal crime pelos autuados. Essa a razão de ter havido relaxamento das prisões em flagrante”, informou a nota.