10 de julho de 2026
Esporte

Brasil tenta ficar no top 10 dos Jogos Paralímpicos

Por Redação |
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FENÔMENO Daniel Dias já tem 24 medalhas em Jogos Paralímpicos. Foto: Divulgação

O Brasil chega para os Jogos Paralímpicos de Tóquio com sua maior delegação em uma edição fora do País. No total são 434 pessoas que estarão no Japão, sendo 260 atletas. A meta para o evento que começa no dia 24 é manter o Brasil no top 10 do quadro de medalhas e, se possível, superar o desempenho dos Jogos do Rio 2016, quando terminou na oitava colocação no final.

A superação tem sido uma constante nesse ciclo olímpico, que foi um pouco mais longo, de cinco anos, por causa da pandemia. Nos eventos que ocorreram antes da disputa em Tóquio, o Brasil bateu recorde de medalhas nos Jogos Parapan-Americanos de Lima e terminou em uma inédita segunda colocação no Mundial de Atletismo de Dubai, ambos eventos ocorridos em 2019.

Em Londres 2012, a última edição fora do Brasil, a delegação nacional contou com 178 atletas, até então a maior delegação. O número para a capital japonesa só é superado pela participação no Rio, quando o Brasil garantiu vagas em todas as modalidades por ser país sede e contou 286 atletas no total.

Outro objetivo dos atletas brasileiros é alcançar a centésima medalha de ouro paralímpica brasileira. Contando todas as edições, o País já subiu 87 vezes no lugar mais alto do pódio. Em Tóquio, haverá representantes do País em 20 das 22 modalidades. As exceções são o basquete em cadeira de rodas e o rugby em cadeira de rodas. O atletismo é o esporte com maior representação brasileira: 64 nomes, três a mais que no Rio.

As primeiras medalhas brasileiras devem sair da natação, que começa no primeiro dia do evento. O Brasil contará com nomes de peso como o multimedalhista Daniel Dias (classe S5), Carol Santiago (S12) e Phelipe Rodrigues (S10).