São Paulo, SP
Da Redação
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O São Paulo, que amanhã enfrenta o Santos, viajou para Assunção, no Paraguai, onde a delegação recebeu a primeira dose da vacina contra a Covid-19, disponibilizada pela Conmebol.
A entidade sul-americana fechou acordo com a Sinovac, com ajuda do governo do Uruguai, para receber 5.000 doses da Coronavac. É a vacina da mesma farmacêutica que tem acordo com o Instituto Butantã e o governo do estado de São Paulo para produção do imunizante.
Como no Brasil não é permitida a aplicação de vacinas adquiridas por empresas privadas, os times do país precisam recebê-la no exterior. Foi assim com o Atlético-GO e também com o Palmeiras. “Atendendo à recomendação da Conmebol, a delegação sãopaulina recebeu a primeira dose da vacina contra Covid-19”, divulgou o time tricolor nas redes sociais. A equipe viajou na manhã desta quinta, mas já retornou ao Brasil.
O técnico Hernán Crespo e seus jogadores terão de retornar ao país vizinho para receberem a segunda dose em 21 dias.
CLÁSSICO QUENTE
O São Paulo visita o Santos amanhã, na Vila Belmiro, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. Ainda sem vencer na competição, o Tricolor reencontra seu antigo treinador, agora à frente do rival, convivendo com uma certa pressão por um resultado positivo após a conquista do Paulistão.
Autor do único gol são-paulino neste Brasileirão, Eder parece ciente da importância do confronto e tudo que ele envolve. Justamente por isso, ele prevê um clássico bem diferente daquele do Campeonato Paulista, vencido pelo Tricolor por 4 a 0, no Morumbi.
“Grande clássico e um jogo de grandes equipes. Quando tem esses jogos, o detalhe faz a diferença.
Vamos trabalhar bem nesses dias agora até o jogo”, disse Eder à spfctv. “Vamos trabalhar forte para fazermos um grande jogo e conquistarmos a vitória”, concluiu o jogador, que negou que marcar um gol na mítica Vila Belmiro, de Pelé, seria diferente. “Todo gol é especial”, afirmou.