Em seu editorial de ontem, a Folha da Região reafirmou seu papel de voz da comunidade. Ao se manter na luta pela verdade, com reportagens sobre a Operação #TudoNosso, este matutino relembrou ao leitor que nunca renunciará à liberdade de fazer as perguntas que toda a sociedade gostaria de fazer a todos os que estão envolvidos direta ou indiretamente no caso.
E porque voltar-se hoje a este assunto? Simples: neste domingo comemora-se o Dia Internacional da Democracia. Esta data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo principal de ressaltar a necessidade de promover a democratização, o desenvolvimento e o respeito pelos direitos humanos e as liberdades fundamentais.
Ao adotar esta data comemorativa, a Assembleia Geral da ONU reafirmou que a democracia é "um valor universal baseado na vontade, expressa livremente pelo povo, de determinar o seu próprio sistema político, econômico, social e cultural, bem como na sua plena participação em todos os aspectos da vida".
No Brasil, a Constituição Federal é considerada a guardiã maior da democracia. Ela garante a realização das eleições em todos os níveis de Governo para a escolha dos representantes nos poderes Executivo e Legislativo. Garante ainda a consulta aos eleitores, que pode ser feita por meio de plebiscito, referendo ou pela iniciativa popular, a qual prevê a possibilidade de os cidadãos apresentarem projetos de lei ao Congresso Nacional.
A Folha da Região sempre foi defensora da democracia. Tanto que em sua linha editorial sempre fez questão de ouvir todas as partes, abrir espaços para artigos das mais diversas correntes políticas, religiosas e sociais. Nesta pagina A2, por exemplo, o leitor encontra todos os dias artigos de personalidades locais e nacionais das mais diferentes fontes de pensamento. Ao abrir espaço para a diversidade, ergues-se a bandeira da democracia.
Por causa desta postura, o jornal muitas vezes é até atacado. Os membros da esquerda dizem que a Folha é de direita. A direita acusa este jornal de ser de esquerda. E estas falas apenas reforçam que o jornal está no caminho certo: a de não se acomodar com um pensamento único de limitante. Quem assina a Folha da Região sabe que está recebendo, em sua casa, um jornal plural que não está colocando seus contratos comerciais à frente de sua linha editorial.
A verdade é para ser dita. A democracia não foi feita para agradar aos poderosos, nem para ser usada como meio de vida. A Folha da Região será sempre pela democracia. E se isso fere interesses outros, que estes sejam desnudados para o bem coletivo. Vida a democracia!