10 de julho de 2026
Opinião

O almoço grátis e o Liberalismo - Por Rodrigo Andolfato

Por Redação |
| Tempo de leitura: 2 min

Essa semana que passou o Mises Institute (www.mises.org) publicou um excelente artigo (The High Price of a "Free Lunch"- O alto preço de um "almoço grátis", de Frank Hollenbeck) que expõe o minimalismo da célebre frase conhecida por todo o mundo: "NÃO EXISTE ALMOÇO GRÁTIS".

Resolvi escrever este artigo para me redimir com todos com quem sempre falei tal frase, pois ela é de fato minimalista. A frase não expõe o problema como realmente é a ideia da falácia do "almoço grátis" "dado" pelo Estado Assistencialista.

Pior que o fato do "almoço não ser grátis" é o fato de que ele não custa barato e sim custa excessivamente caro! No artigo, pontos nefrálgicos são levantados com muita clareza, tal como o fato do sétimo mandamento bíblico "Não roubarás". Muitas religiões hoje em dia relativizam a propriedade privada e acompanham movimentos ditos sociais tal como o MST e o MTST, os quais invadem algo que não lhes pertencem, desta forma indo contra Deus e apoiando o roubo.

Nó só as religiões estão cheias de ideias baseadas na inveja, um pecado capital, como o estado, ao descobrir que não poderia entregar um paraíso na terra resolveu criar contenda entre classes sociais de forma a culpar os mais adaptados ao livre mercado como os culpados por não existir o tal "almoço grátis".

O artigo continua apresentando as "Três maneiras de pagar pelo Estado". Os governos podem financiar esses "programas sociais" baseados na inveja de apenas três maneiras: (1) tributação direta de seus cidadãos, (2) empréstimo de dinheiro e/ou (3) impressão de dinheiro. Poucos cidadãos entendem os efeitos nefastos que esses métodos podem ter sobre seu próprio bem-estar. Nenhum deles fornece dinheiro "grátis".

Fato contínuo no artigo é demonstrar quão pernicioso trata-se a segunda maneira de um governo se financiar, uma vez que muitos desavisados pensam que somente quando a divida for paga haverá de fato um problema. O artigo muito perspicazmente remete o leitor para outro ponto de referência que deve ser lido por todos que não querem mais acreditar no estado como mágico provedor de riquezas, o livro "O QUE SE VÊ, E O QUE NÃO SE VÊ" de Bastiat.

Esse espaço não tem por objetivo o aprofundamento de ordem teórica e apenas instigar você leitor a buscar as informações de forma que consiga sair da MATRIX. Portanto se quiser ler o artigo já traduzido, basta procurar na página do ilan no Facebook, onde traduzimos vários artigos para facilitar a leitura de todos. Lembrem-se do conselho mais importante do pai do Liberalismo Clássico (e único) "ideias e somente ideias podem iluminar a escuridão".
Rodrigo Andolfato é membro do Ilan