Além da comemoração de Dia dos Pais, neste domingo (11) é comemorado também o dia do estudante no Brasil. A data foi sugerida em 1927, em homenagem aos cem anos de fundação dos dois primeiros cursos de ciências jurídicas do país, em 11 de agosto de 1827.
Em comemoração a data, a Secretaria Estadual de Educação divulgou alguns números referentes a estudantes no Estado. Segundo a pasta, a rede estadual de ensino possui 3,5 milhões de alunos matriculados em mais de 5.400 escolas espalhadas por todo o estado.
Os dados, que são da Citem (Coordenadoria de Informação, Tecnologia, Evidência e Matrícula), destacam ainda que há quase 276 mil jovens e adultos matriculados em cursos do EJA (Educação para Jovens e Adultos) e CEEJA (Centro Estadual de Educação de Jovens Adultos). Destes 276 mil, 3,2 mil são idosos que possuem mais de 60 anos.
A maioria dos alunos matriculados na rede estadual é adolescente e têm entre 15 e 18 anos. Esses adolescentes representam mais de 1,4 milhão de matrículas; mais de 60 mil alunos fazem cursos de idiomas em 200 unidades do CEL (Centro Estudo de Línguas).
Ainda, segundo a pasta, São Paulo possui 1,6 mil alunos que estudam em 40 escolas localizadas em aldeias indígenas; mais de 38 mil alunos da rede estadual estão na zona rural; 18 mil alunos estudando em escolas dentro de 174 unidades prisionais em todo estado e quase 5,9 mil jovens que cumprem medidas socioeducativas na Fundação Casa estudam nas escolas estaduais que funcionam dentro das unidades.
SEMPRE ESTUDANDO
Formado em jornalismo e atual aluno de pós-graduação, Pablo Felipe, de 25 anos, conta que não pretende parar de estudar. "Vou querer sempre me atualizar. O estudo, para mim, é o melhor jeito de crescer como profissional e ter sucesso na carreira", afirma.
A médica Osterlaine Henriques se formou no curso de medicina em 1995, desde então, não parou de estudar. Fez três anos de ortopedia e traumatologia e um ano de cirurgia de ombro e cotovelo. Agora, em 2019, ela conclui o seu curso de gastronomia.
Sobre ter escolhido uma graduação diferente de sua área de atuação, Osterlaine destaca que o aprendizado partiu de um lado mais pessoal, já que sempre gostou de cozinhar. "Fui estudar para aprender as técnicas corretas de preparar os alimentos. Sempre gostei muito de cozinhar, mas às vezes tudo saia muito errado", aponta.
A médica, que tem 51 anos, afirma que sempre gostou de estudar. "Estudar me acrescenta entendimento de tudo ao nosso redor e amplia a minha cultura, além de me aprimorar cada vez mais na minha área de trabalho. Nunca parei e não será agora. Minha próxima faculdade será Hotelaria", conclui.