07 de julho de 2026
Artigo

Modus Operandi

Por Redação |
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O Senhor precisava estabelecer regras para orientar a sociedade. Chamou Moisés e mandou que ele desse ciência ao povo do conteúdo das duas Tábuas. O Livro Sagrado não tem o propósito de dar um passaporte para os jardins da Glória Eterna e sim para organizar a sociedade aqui na Terra.

Como todo ato positivo tem como contrapartida um ato negativo, surgiu outro decálogo. O propósito deste decálogo não era orientar a sociedade e sim pessoas que queriam tomar o poder. Ciente que nenhum partido comunista chegaria ao poder pelo voto, a alternativa seria tomar o poder pelas armas ou coisa parecida. Foi o que Lenin fez: 1. Corrompa a juventude e lhe dê liberdade sexual. 2. Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa. 3. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais. 4. Destrua a confiança do povo em seus líderes. 5. Fale sempre em democracia e em Estado de Direito, mas tão logo haja oportunidade, assuma o poder sem nenhum escrúpulo. 6. Colabore com o esbanjamento do dinheiro público. 7. Promova greves, mesmo ilegais. 8. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam. 9. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. 10. Procure catalogar todas as pessoas que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa.

Qualquer semelhança do que ocorreu no Brasil nos últimos tempos, não foi mera coincidência. Dá para entender, partindo dos fatos ocorridos no Rio de Janeiro a partir da chegada de Leonel Brizola. Com sua ascensão ao poder, a Polícia deixou de patrulhar os morros. A partir daí os traficantes assumiram o controle das favelas e a corrupção tomou conta de todos os escalões dos governos. Do prefeito ao presidente, do vereador e deputado ao senador e há quem diga que no Poder Judiciário também.

Teshuvá em hebraico significa volta às origens. Não seria a hora de rever nossos conceitos e voltar às origens?

Benute Santos é economiário