Hoje completam 29 anos que Nelson Mandela foi solto da prisão, onde permaneceu por 26 anos, entre 1964 a 1990, durante a segregação racial na África do Sul, país que Mandela se tornaria presidente anos depois, em 1993.
Na juventude, Mandela lutou contra as leis Apartheid, apoiadas na ideia de superioridade racial do branco, nas quais era proibido o casamento inter-racial, brancos e negros viviam em áreas separadas, desde escolas, hospitais, praças, entre outros locais. Durante a segregação racial, havia falta de direitos políticos e civis e o confinamento dos negros, em regiões determinadas pelo governo, comando por homens brancos, provocando inúmeros massacres e mortes da população negra.
A oposição era formada por homens e mulheres da comunidade negra sul-africana, que dedicaram suas vidas ao fim do Apartheid e um dos lideres mais notáveis do movimento negro da África do Sul foi Nelson Mandela. Em 1944, ao lado de Walter Sisulo e Oliver Tambo, fundou a CNA (Liga Jovem do Congresso Nacional Africano), que se tornou o principal movimento da representação da política negras.
Devido ao movimento, vários lideres foram perseguidos, presos, torturados, condenados e mortos. Entre eles, estava Nelson Mandela que, em 1964, foi condenado a prisão perpétua.